Reflexões

Um ano de muita saudade

Um ano de saudade!!!!

Faz um ano que você nos deixou, e ainda assim sua presença entre nós ainda é muito forte e muito marcante. A marca que você deixou entre nós é indelével, e não há um só dia que a gente não pense nas coisas que vivemos juntas, nos muitos momentos maravilhosos que partilhamos e em toda generosidade que você nos ensinou.

Nossa bailarina mais linda, doce e especial decidiu partir justamente no Dia Internacional da Dança, e hoje faz um ano que estamos envoltos nessa saudade sem fim. Mas é uma saudade bonita, cheia de lindas recordações e de reflexões do tanto que nos ensinou no tempo em que pudemos estar juntos. Eu e a Ciranda sempre levaremos você, Mi. Não bastasse estar nas nossas recordações, temos você ali, bem pertinho, no nosso Espaço de Conquistas, emanando amor e positividade para o nosso cantinho. Nosso amor, carinho, admiração e gratidão por podermos fazer parte da sua história será eterno. E sabemos que você olha por nós e pela nossa dança daí de cima.

Pra amainar um pouquinho a nossa saudade, decidimos escolher, cada um de nós, uma palavra que remetesse a você e talento, gentileza, sutileza, amor, companheira, leveza, guerreira, inspiração, empatia, determinação, única, eterna, forte, lealdade, alegria, magnetismo, especial, dedicada foram as escolhidas pelos seus amigos, provando que a semente que você plantou por aqui é muito lindo e só vai germinar coisas sensacionais.

A dança nos trouxe para um mesmo lugar, mas foi o seu coração enorme e altruísta que uniu todos nós numa enorme corrente de amor, que se perpetua mesmo depois da sua partida.
Mi, te amamos demais e somos muito gratos por termos compartilhado tantas coisas incríveis ao teu lado. Feliz Dia Internacional da Dança, Mi. Feliz Dia da Milena. Dance lindamente aí, que a gente promete tentar corresponder daqui. Com todo o amor do mundo meu e de toda a equipe da Ciranda. #milenavive

Reflexões

Feliz Dia Internacional da Dança

Tem uma frase da Isadora Duncan que eu acho maravilhosa, e que pra mim é o resumo perfeito do que é a dança, ainda mais eu, que sempre tenho uma palavra na ponta da língua, que sempre fui tagarela ao extremo e que optou por cursar Jornalismo pra dar vazão a toda esta minha verborragia.

Ela diz: “se eu pudesse dizer o que as coisas significam, eu não teria necessidade de dançá-las”. E é bem isso. Tudo aquilo que eu não consigo externar através de palavras, eu externo dançando, através dos meus movimentos.

Béjart fala que a dança é uma das coisas que mais une o homem, que é algo capaz de derrubar o mito da Torre de Babel, porque através da dança todos se comunicam, sem limites ou barreiras, e eu acredito muito nisso, tanto que repito esta afirmação à exaustão.
Se pararmos pra pensar nos momentos mais felizes e emblemáticos da vida de uma pessoa, sempre há dança envolvida. Não há como negar a conexão entre dança e o ser humano, é algo muito forte e inato, a dança está sempre ali. Todo ser humano tem instinto/necessidade de dançar e tem habilidade para isso. Por isso, aproveite hoje, que é o Dia Internacional da Dança e deixe o movimento se expandir, dance como se ninguém tivesse olhando e se permita ser feliz. Você não vai se arrepender.

Na foto, nossa aluna Maria Eduarda Hillmann, se apresentando na Final Mercosul do Matrix Festival 2019 – realizado em Rosário (Argentina), onde conquistou 2º lugar e o prêmio de Bailarina Mais Carismática.

Reflexões, Teoria da Dança

Eu e a dança – por Amanda Rossi

A dança entrou na minha vida quando eu ainda era bem pequenininha. Eu ia para a escolinha toda animada, com roupa de ballet e adorava a professora, a aula e de dançar com as minhas amigas.

Eu sou apaixonada pela dança, meu sonho desde criancinha era de me tornar uma bailarina de muito sucesso, e por causa da prô Tay eu sei que esse sonho está se tornando realidade.
Enfim, queria dizer que sem todo esse apoio que me dão não teria chegado até onde estou hoje! Sempre quis dançar e sempre dancei.

Amanda Rossi começou a dançar aos seis anos de idade. Hoje está com 9 e tem se descoberto e se encontrado cada vez mais dentro da dança, percebendo seu real valor e papel dentro desta arte tão linda

Reflexões, Teoria da Dança

A importância da dança – por Ana Alycia Barreto

A dança é a minha vida!
Quando estou no palco parece que estou em outro mundo. Não vejo e não ouço ninguém, danço por mim, não pelo público, pelos jurados, por quem estiver vendo… Porém, fico com medo.
Adoro aprender novos passos, lembro da primeira vez que fui fazer uma pirueta, caí no chão, machuquei o pé, mas continuei tentando mais e mais. Às vezes parece que desisto fácil, mas depois eu tento, de novo, de novo e de novo, até conseguir.


Gosto de todo tipo de dança. Seja ballet, jazz dance, jazz musical, flexibilidade, danças urbanas, tudo que envolva dança. Só que de alguns estilos eu gosto mais que de outros. Não sei como seria minha vida sem a dança, comecei a dançar mais a sério com sete anos na Associação Pessoa, mas eu já fazia aula na escola desde os 3 anos – mas sei que não é a mesma coisa. E na academia tive a chance de participar do meu primeiro campeonato, foi muito emocionante, amei a experiência. No meu primeiro solo foi ainda melhor, eu não ganhei prêmio, mas amei, dancei com todas as minhas forças. Por isso que amo tanto a dança e essa é a importância da dança pra mim. Por isso e muito mais amo muito dançar.

Ana Alycia Barreto tem 12 anos e dança desde os três.

Reflexões, Teoria da Dança

A importância da dança – por Geovanna Monteiro

Eu gosto de dançar porque tem passos diferentes, gosto de me movimentar.

Me faz ter amizades novas e muito boas.

Me faz dar muitas risadas com as amigas.

E todo mundo pode dançar.

Quero dançar por muito tempo e não vejo a hora de usar minha sapatilha de ponta.

Geovanna Monteiro tem 9 anos e dança desde os seis.

Reflexões, Teoria da Dança

A importância da dança – por Maria Eduarda Hillmann

Acredito que a dança seja importante para nossa vida porque ela nos dá a chance de conhecermos quem somos realmente, ela nos faz quebrar barreiras que nossa mente cria por traumas que já passamos. Com a dança criamos a auto-confiança, subimos no palco e expressamos nossos sentimentos através dela, vemos que somos capazes de muitas coisas que as pessoas às vezes julgam ou acreditam que não somos aptos, mas quando paramos para refletir sobre isso vemos que na verdade somos capazes sim.
   A dança me ajudou a esquecer muitos problemas do dia a dia, a ganhar “lutas” que eu mesma criei comigo, por me sentir uma pessoa insuficiente, incapaz de fazer algo, parece que quando chego na academia aquela maré de problemas passa, às vezes não totalmente, mas me vem uma alegria inexplicável, me sinto tão bem e relaxada.


 A dança me trouxe amizades que tenho a maior certeza que vou levar pra vida inteira, essas pessoas me fazem tão bem, me ajudam em tudo, tanto com passos de dança, quanto com problemas da vida. Posso estar nos meus piores dias mas quando vejo elas meu coração grita de alegria e bate mais forte. Já passamos por tanta coisa juntos, viagens, festas e até alguns perrengues, mas nada abala a nossa amizade e convivência.
Ter professores que acreditam no nosso potencial faz a total diferença, muda o jeito que dançamos, que nos expressamos, muda tudo. Quando vamos para algum festival e chega a grande hora de entrar no palco, você fica na maior tensão, com medo, mas se seu professor está lá com você e te ajuda em tudo, ele te acalma, te passa confiança e faz você acreditar em si, no quanto você é capaz, no quanto você merece estar ali naquele momento, o quanto você ensaiou, persistiu e até o quanto sofreu, mas que tudo no fim tem um resultado incrível. E é até bom ganhar um troféu ou medalha, mas você ver o seu professor na coxia com um sorriso no rosto de orgulho, torcendo por você, é muito gratificante, e não tem nada que se compare a isso.

Maria Eduarda Hillmann tem 14 anos e dança desde os 8. É uma bailarina talentosa, determinada e comprometida com suas metas. Isso a fez conquistar diversos prêmios a nível nacional e internacional.

Reflexões, Teoria da Dança

A dança – por Janaína Vieira

A dança pode ser feita pode ser feita por qualquer tipo de pessoa: alta, baixa ou de qualquer raça.

Cada país possui um tipo, ou até mesmo vários tipos, de dança.

A dança é um esporte livre que deixa as pessoas muito felizes.

Com ela é possível brincar, aprender e ter disciplina.

 Eu gosto muito de dançar, é algo que pretendo fazer por toda vida.

Sou muito feliz quando estou dançando.

Janaína Vieira tem 8 anos e dança desde os seis.

Reflexões, Teoria da Dança

Eu e a dança – por Bianca Couto

Eu danço desde pequena, a dança sempre esteve comigo. Ela me ajudou a interagir mais com os outros, porque na dança não importa se é alto ou baixo, se é negro ou branco, se é adulto ou criança, porque a dança é para todo tipo de pessoa e estilo.

A dança também me ajudou a ser mais expressiva. Uma curiosidade é que a dança começou há muito tempo quando as pessoas se divertiam e imitavam os animais e a natureza. A dança também é muito importante, porque ela liga os povos, cada um com uma cultura diferente – que chamamos de dança caráter.

Mas melhor de tudo da dança é que toda pessoa já nasce sabendo dançar (já tem o instinto de dança dentro de si), e também não importa se você dança melhor ou pior que o outro, o que importa é você sentir a dança no seu coração. Porque o que impede as pessoas de dançar é o julgamento, o preconceito.

Quando eu danço me sinto mais solta, como se tivesse dançando nas nuvens. Eu sinto a dança em mim , sinto que ela me faz mais feliz. E a dança, acima de tudo, estabelece uma relação próxima do homem com a natureza, e é uma maneira do ser humano se expressar melhor. Eu amo dançar, por tudo isso…

Bianca Couto tem 12 anos e dança desde os dois. Com a dança já teve a oportunidade de desbravar diversos lugares, fez sua primeira viagem de avião, sua primeira viagem internacional e conquistou diversos prêmios de nível nacional e internacional. Mas acima de tudo, podemos notar o quanto a dança faz parte da vida da Bia e a faz muito feliz

Reflexões, Teoria da Dança

A dança para mim – por Melissa Rodrigues

A dança para mim é uma das melhores formas de expressão para o ser humano, e como bailarina, falo que é através dela que me liberto e sou quem realmente sou. Só ela me faz mostrar o que tenho por dentro e por fora, e não importa quantas vezes eu me perca e a minha vida fique sem rumo, será sempre dançando onde me encontrarei.

Eu acho que todos os apaixonados por dança pensam da mesma maneira, pelo menos um pouquinho, pois ela nos faz sentir mais livres, ela quebra barreiras e corta preconceitos. Não importa quem você seja, você também pode dançar. Pois na dança não existe negro, branco ou japonês, não existe o baixo ou o alto, e muito menos o esquisito.

Nela não existe tristeza, nela você só se solta conforme a música e liberta o ser que mora dentro de ti, aquele que está perdido e meio triste na escuridão que só precisa de uma luz para encontrar seu caminho para a própria felicidade.

Melissa Rodrigues tem 15 anos e começou a dançar aos três.

Reflexões, Teoria da Dança

A dança é universal – por Yasmin Miyamoto

 A dança serve para qualquer pessoa, pode ser loira, morena e todos os tipos de pessoas.

 A dança começou há muito tempo, quando as pessoas começaram a imitar os animais e a natureza.

 A dança liga os povos, e cada povo tem sua dança característica, que chamamos de dança caráter.

A dança é um tipo de expressão de arte, as crianças já nascem sabendo dançar, porque já tem instinto de dança.

 O que impede as pessoas de dançar é o julgamento das pessoas. Porque qualquer um pode dançar.

 Quando eu danço eu me sinto solta, feliz e livre.

Yasmin Miyamoto tem 8 anos e dança desde os cinco.